Aliás, se a Dacon, do post anterior, houvesse algum dia tentado a F1, utilizaria exatamente essa pintura.
E nada de Saudia Airlines, anunciada como possível patrocinadora para essa temporada. Talvez, a crise tenha espantado os árabes, parceiros históricos nos primórdios da escuderia.
Ao que tudo indica, a RBS honrará seus compromissos nessa temporada. Em 2010, "área". Assim, Frank Williams terá de correr, novamente, atrás de dinheiro. Nos últimos tempos, ficou a impressão do time ter perdido o "trem" da história.
A Williams foi castigada, muitas vezes, por ser rápida, inovadora e um adverário leal. Agora, sofre por isso. O primeiro golpe veio depois da conquista do primeiro campeonato de pilotos, em 1980, com Alan Jones. A FIA proibiu os monopostos de utilizarem qualquer parte móvel na carenagem.
Depois, um golpe mais duro: - Proibiu-se a suspensão ativa, com a alegação do veto aos computadores de bordo em um novo regulamento. Sem contar que foi abandonada por grandes fornecedores de motores, como Honda, Renault e BMW. Teve de improvisar em algumas circunstâncias, apelando para Judd, Mecachrome e Cosworth.
E, em 1994, quando esperavam um ano arrasador, aconteceu o acidente na Tamburello. Em razão disso, trouxeram talentos dos Estados Unidos. De lá, vieram Jacques Villeneuve, Alessandro Zanardi e Juan Pablo Montoya.
Foram-se os patrocinadores...
Mas a tradição resistiu.
Que parem de perseguir "Sir" Frank.
Vida longa ao garageiro...





Mais uma no Rio...

Ontem, o blogueiro 































Em 1976, 


Na dianteira, instalaram oito faróis, duas grades mal resolvidas, um adorno em forma de coroa e o bocal do tanque de gasolina -uma péssima solução para um motorista mais desatento.
Apenas três veículos foram produzidos e, em uma rápida pesquisa na internet, nota-se que existem muitas réplicas circulando por aí.