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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Perua Familar Wagonqueen

Costumeiramente, falamos dos carros por sua beleza ou potência. Mas, os excêntricos também tem vez aqui no Blogsport.

Hoje, falaremos de um clássico diferente: -a Perua Familar "Wagonqueen", do filme Férias Frustradas.

Tudo começa quando Clark Griswold, um otimista por natureza, deixa seu Oldsmobile Vista Cruiser como entrada em um novíssimo "Super Sportswagon".

Entretanto, logo é enrolado pelo vendedor que, na falta do modelo em questão, empurra uma "Perua Familar Wagonqueen", na cor ervilha-metálico, para o pobre Clark.

"O carro ideal para atravessar os Estados Unidos" nas palavras do vendedor.

O modelo, criado por Geoge Barris (citado recentemente no post do Porsche de James Dean), utilizava um clássico Ford LTD Country Squire, modificado para ser um carro pouco usual.

Na dianteira, instalaram oito faróis, duas grades mal resolvidas, um adorno em forma de coroa e o bocal do tanque de gasolina -uma péssima solução para um motorista mais desatento.

Nas laterais, acabamento em madeira, luz de neblina, vidros do porta-malas desproporcionais, entradas falsas de ar e gigantes coroas que decoravam a coluna traseira e as calotas.

Na parte traseira, quatro lanternas e duas enormes maçanetas para abertura do porta-malas.

Apenas três veículos foram produzidos e, em uma rápida pesquisa na internet, nota-se que existem muitas réplicas circulando por aí.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

C'était un rendez-vous

"mercedes_not_ferrari.jpg", diz o nome do arquivo.

Hoje, enquanto tomava o café da manhã, minha namorada deixou na MTV. Em meio aos muitos vídeos medíocres, notei um em especial: -"Open your eyes", do "Snow Patrol".

Fiquei abismado. Como poderia? O vídeo nada mais era que a reprodução de "C'etait un rendezvous", um filme de 1976, dirigido por Claude Lelouch.

Muitos já devem ter visto. Mas, como não tenho o costume de assistir ao canal...

A história de "C'était un rendez-vous" é bastante simples.

O diretor coloca uma câmera no pára-choque de uma Ferrari 275 GTB e chama um amigo, piloto de Formula 1, para dirigir feito louco em Paris, aos 225km/h.

No trajeto, o carro passa por locais famosos de paris, furando os sinais e passando à toda pelos inocentes pedestres. Nem mesmo os pombos escapam.

Lembrando que nenhuma rua foi fechada para a filmagem, já que a prefeitura negou autorização. Então, fizeram o filme na marra, com o piloto percorrendo o trajeto em nove minutos.

Por isso, logo depois do lançamento, Claude Lelouch foi detido, onde negou a verdadeira identidade do piloto.

Posteriormente, a polícia parisiense chegou aos nomes de Jacques Laffite, Jacky Ickx, Jean-Pierre Beltoise, Jean Ragnotti, Johnny Servoz-Gavin e Ronie Peterson. Todos prestaram depoimento, inclusive.

Inúmeras discussões surgiram em torno do filme. Alguns fanáticos tentam calcular a velocidade e, através do ronco, descobrir o modelo utilizado na gravação.

Alguns acreditam que o próprio Lelouch conduziu o carro, que seria, na verdade, uma Mercedes 450 SEL 6.9. Como prova, a foto que ilustra esse post, divulgada na internet há algum tempo.

sábado, 15 de novembro de 2008

O Porsche que matou James Dean

Fanático por corridas, o ator James Dean aceitou participar de uma corrida na cidade de Salina, onde estrearia seu novíssimo Porsche 550. Inclusive, foi dirigindo ao evento, para compreender melhor o comportamento do bólido. Depois de uma hora de viagem, em um cruzamento na cidade de Cholame, avistou um Ford Custom Tudor vindo na contramão. James começou a gritar e gesticular, mas Donald Turnupseed, o motorista do outro carro, não viu o Porsche e os dois bateram.

O mecânico Rolf Wuetherich, que acompanhava Dean, ficou apenas ferido, enquanto o ator acabou falecendo a caminho do hospital. Por uma ironia do destino, o motorista do Ford Custom nada sofreu. Posteriormente, a seguradora vendeu o carro sinistrado, designando George Barkuis para buscá-lo de caminhão. Porém, o Porsche caiu do caminhão, matando o motorista. A partir disso, muitos passaram a acreditar que o Porsche carregava uma espécie de maldição.

Cético, George Barris, um especialista em carros para "Hollywood", preferiu não dar ouvidos e arrematou o carro por US$ 2.500. Logo que chegou à sua oficina, o carro se soltou do caminhão e seccionou as pernas de um mecânico. Após o episódio, Barris passou a sentir estranhas sensações enquanto separava as peças do carro. Mesmo assim, vendeu o motor para um médico de Beverly Hills, que morreu na primeira vez que utilizou o propulsor. O câmbio foi comprado por William Eschrid, que sobreviveu a um violento acidente. Recuperado do trauma, revelou que seu Porsche travou, sem nenhuma explicação.

Um jovem, que havia adquirido as rodas, sofreu um gravíssimo acidente. E a história não termina por aí. Em uma corrida internacional, um garoto tentou roubar o volante do Porsche de Barris (que havia pertencido a Dean) e cortou o braço. Depois de tantas "coincidências", Barris queria se livrar do carro. Por isso, empresta a carcaça do Porsche à polícia da Califórnia, para que fosse exibida como exemplo de imprudência no trânsito. No dia em que as autoridades apareceram para buscar o carro, a garagem que guardava o Porsche estava em chamas. Misteriosamente, o Porsche de Dean se salvou, ao contrário de todos os outros carros estacionados no local.

Durante a exposição, em Sacramento, a carroceria caiu da estrutura e feriu seriamente um adolescente. Na volta a Los Angeles, o caminhão que transportava o carro patinou na pista e bateu, matando o motorista. Em 1958, Barris emprestou a carroceria do Porsche para uma amostra sobre segurança veicular, em Miami. No entanto, o carro desapareceu misteriosamente durante o caminho. Inclusive, o paradeiro do "Little Bastard" é desconhecido até hoje. Em 1981, Rolf Wuetherich morre em um acidente automobilístico na Alemanha, quando dirigia um Honda.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Encurralado

Tudo tem início quando David Mann, em viagem de negócios, dirige tranquilamente seu Plymouth Valiant vermelho, de desempenho modesto, por lugares inóspitos da Califórnia.

Infelizmente, em um certo momento da viagem, um caminhoneiro se sente ofendido ao ser ultrapassado por Mann e passa a perseguí-lo de forma implacável.

Assim, como no velho oeste, os dois passam a duelar por estradas secundárias, disputando cada palmo de pista.

Segundo Steven Spielberg, em seu primeiro longa-metragem, o Valiant foi escolhido apenas por sua cor, que se destacava na paisagem bege e marrom do deserto.

"Me tragam qualquer carro, desde que seja vermelho."

Já o caminhão, um Peterbilt 281, de carcaça enferrujada, foi escolhido a dedo pelo diretor em um estacionamento.

Com seu enorme nariz pontudo, o 281 tinha um rosto, onde as janelas eram os olhos e o pára-choque, em conjunto com a grade, formava a boca.

"Bati o olho no caminhão e disse, o papel é seu".

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Dois clássicos... um filme

De argumento simples, "Velozes e Mortais" conta a história de Rennie Cray que, a bordo de um Plymouth Barracuda, parte pelas estradas dos Estados Unidos, em busca do assassino de sua esposa.

O serial killer, uma espécie de homem biônico atormentado, atropela suas vítimas utilizando um Cadillac Eldorado, que havia se tornado uma extensão de seu corpo.

Depois de dois anos de investigações, Rennie, interpretado por Jim Caviezel, se aproxima novamente de seu alvo, após encontrar Molly, uma sobrevivente de dois ataques do assassino.

O raríssimo Cuda do filme, um clássico modelo 1968, vinha equipado, na época de seu lançamento, com um motor Hemi 426 Super Stock, fabricado para competições do tipo arrancada e corridas em circuitos ovais.

De acordo com especialistas, esse motor possuía cerca de 600 cavalos de potência.

Um verdadeiro monstro.

Ao contrário do que é falado no filme, foram fabricados 75 Cudas nesta configuração, de uso "exclusivo" para as pistas de corridas.

Tudo porque, tratava-se de um veículo vendido sem garantia, que não se adequava aos padrões de segurança das estradas federais dos Estados Unidos.

Como podemos acompanhar no filme, a Chrysler, através de um adesivo colado ao lado da porta, lembrava os proprietários desse perigo:

"Este veículo não foi fabricado para uso em ruas, estradas ou rodovias públicas, e não está de acordo com os padrões de segurança para veículos automotores".

Para efeito de comparação com um super-esportivo da atualidade, um Barracuda Hemi precisava de apenas 10.50s para cobrir 402 metros, ou seja, uma vantagem de meio segundo em relação a Ferrari Enzo.

Quanto ao Cadillac Eldorado, ano 1972, da quinta geração desse modelo, podemos dizer que incorpora, mais do que ninguém, o papel do verdadeiro bandido do filme, com suas griladas no motor de ronco grosso e peculiar, além do campo de visão reduzido, representado pelo par de lanternas dianteiras apagadas.

Originalmente, esse Cadillac vinha equipado com um potente motor V8 de 8.2 litros, com tração na dianteira, ao contrário da maioria das barcas fabricadas nos Estados Unidos naquela época.

Lembrando ainda que a Cadillac oferecia aos seus clientes, um modelo conversível, como o da foto abaixo:

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Clássicos do Cinema: 250 GT California

Essa clássica Ferrari, produzida em 1961, chegou a ser arrematada em um leilão por US$ 11 milhões, tornando-se o veículo de coleção mais caro do mundo.

Porém, esse modelo foi protagonista de uma das cenas mais lembradas e inusitadas do cinema oitentista.

E não foi em nenhum filme de perseguição, estilo 60 segundos, Bullit e etc.

Tudo acontece em "Curtindo a vida adoidado", quando os amigos Ferris e Cameron, decidem colocar o esportivo sobre cavaletes, em marcha ré, para voltar a quilometragem registrada no hodômetro.

E, ao contrário do que muitos pensam, eles teriam conseguido realizar tal proeza.

De acordo com "O mundo curioso de Quatro Rodas", publicado em 2002, isso tanto é possível que, pilotos amadores de Rali, quando erram o caminho, voltam pelo mesmo percurso, de marcha ré, para corrigir a quilometragem registrada.

E, para quem ficou indignado com a cena de destruição no final do filme, um alento.

O carro utilizado na gravação da película não passava de uma réplica.

Aliás, foram construídas três réplicas em fibra de vidro e motor de Mustang oito canecos.

A empresa responsável pela construção dos carros foi processada pela fábrica de Maranello, por utilizar indevidamente o "Cavallino Rampante".

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Clássicos do Cinema: Jaguar Mark VIII

O policial Scottie Ferguson estava aposentado da policia, por sofrer de acrofobia, ou seja, medo de lugares altos.

Tudo porque, durante perseguição em cima de um telhado, fica pendurado numa calha e vê o colega que iria ajudá-lo despencar do edifício.

Entretanto, volta a ativa para atender ao pedido de Gavin Elster, um amigo dos tempos da faculdade.

A tarefa parecia simples, pois o personagem de James Stewart deveria seguir e investigar Madeleine, esposa de Elster, que estaria possuída pela alma de sua bisavó, Carlota, uma ancestral suicida.

Assim, Madeleine passa a viver uma estranha rotina, passando por lugares inóspitos, mas que eram comuns a Carlota.

Tudo feito a bordo de um belíssimo Jaguar Mark VIII, verde metálico.

O carro se torna então, uma espécie de cúmplice das jornadas daquela jovem, além de ser considerado um dos personagens principais da trama.

Equipado com um potente motor de 210 cv, o Mark VIII, membro de uma tradicional linhagem iniciada em 1948 pela Jaguar, mostrava algumas inovações em relação ao modelo anterior, como, por exemplo, direção assistida, pára-brisa interiço, grade dianteira redesenhada e pára-lamas traseiros mais curtos.

É através dele que as sequências na cidade ganham vida, através de todo o suspense criado nas cenas de perseguição.

Assim como em outros clássicos de Hitchcock, Vertigo (Um corpo que cai, no Brasil) leva o espectador a sentir as mesmas sensações dos personagens.

No caso de Scottie, a vertigem que sente nas alturas.

E tudo isso é recriado através do uso de planos elevados, no movimento de câmera, na forma das escadas da torre, nas cores e etc.

Segue abaixo, uma cena clássica desse filme: - o sonho de Scottie Ferguson, utilizando boa parte dos efeitos de Hitchcock.

domingo, 17 de agosto de 2008

Cinema e velocidade

Santo André - Andam acontecendo poucas coisas relevantes no automobilismo.

Então, vamos aproveitar e lembrar das 12 horas de Sebring, de 1970.

Naquela oportunidade, Steve Mcqueen disputaria a prova com um Porsche 908, ao lado do legendário Peter Revson, sem grandes pretenções.

Tudo porque, haviam muitas equipes "de fábrica" e o ator estadunidense havia quebrado o tornozelo, alguns dias antes, em um acidente de moto.

Entretanto, Macqueen e Revson não se abateram, foram superando a concorrência aos poucos e chegaram ao primeiro posto.

Foram ultrapassados no final pela Ferrari de Mario Andretti, em uma das chegadas mais emocionantes e apertadas da história.

Após aquela corrida, o ator, que morreu de câncer no pulmão em 1980, foi proibido pelo estúdio cinematográfico de voltar a correr.

Já o Porsche, antes da aposentadoria, foi utilizado como "câmera car", nas filmagens do filme "As 24 horas de Le-Mans".

O parceiro de Mcqueen naquela corrida, Peter Revson, morreu num gravíssimo acidente em Kyalami, África do Sul, durante testes particulares da equipe UOP-Shadow de F1.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Clássicos do Cinema: VW Rabbit

São Paulo - Inaugurando mais uma sessão no "Blogoesporte", onde falaremos sobre clássicos que aparecem nos filmes.

Comecemos então pelo carro que mais me chamou a atenção em "Zodíaco", discutido alguns posts atrás.

Trata-se do "Golf", ops... ou melhor, "Rabbit" (coelho em inglês), como é mais conhecido no mercado estadunidense.

É com ele, um modelo 1975, laranja, que, Robert Graysmith, atravessa a cidade de San Francisco em busca de pistas que o levariam ao "Zodíaco".

A partir de 1985, assim como na Europa, o simpático carrinho passa a se chamar "Golf". Entretanto, vinte e dois anos depois, a Volkswagen muda de idéia e passa a tratar o modelo por seu nome original.

Assim, a agência de publicidade "Crispin Porter + Bogusky", dona da conta da Volkswagen naquele mercado, cria uma campanha para reposicionamento de marca.

Através de posters e outdoors espalhados pelas principais cidades do país, divulgam o "Rabbit" ao lado de animais que são ícones de suas respectivas cidades.

E, como se pode ver no cartaz, a cidade de Nova York foi representada pelos desenhos de um pombo e de um rato, animais que são a "cara" daquela cidade.

Se fosse em São Paulo, acrescentaria o desenho de uma capivara, que são encontradas aos montes na região da Marginal Pinheiros.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

O ataque da Aston

Aproveitando a tarde de folga, resolvi assistir "Os pássaros", suspense de 1963, dirigido por Alfred Hitchcock.

O filme, de história simples, mostra o terror vivido pelos habitantes de "Bodega Bay", depois de uma misteriosa invasão de pássaros, que passam a atacar deliberadamente.

Tudo começa quando os personagens principais da trama se encontram por acaso numa loja de pássaros. Como numa comédia romântica, Melanie Daniels (foto, fugindo dos corvos) não se interessa de pronto por Mitch Brenner, mas resolve procurá-lo em sua cidade natal.

Assim, os ataques começam e, de maneira clássica, a "forasteira" Melanie, é acusada de ser a causadora de todo aquele tumulto. Mas, vamos logo ao assunto principal do blog, que são as quatro rodas.

Nesse filme, entre todas as banheiras estadunidenses, quem se destaca mesmo é o clássico Aston Martin DB2 conversível de Melanie Daniels.

Esse carro, fabricado entre 1950 e 1959, levava as iniciais de David Brown, milionário do ramo de máquinas agrícolas, que adquiriu a empresa em 1947.

Os filmes trataram de consagrar outros modelos da marca, como o DBS, o DB5, o DB6 e o DB7, que também ganhou fama pelo jogo Gran Turismo, do Play Station.

Hoje, depois de 20 anos, a empresa pertence a um consórcio de empresários do Kwait, liderados por David Richards, CEO da Prodrive e antigo chefe de equipe da BAR na F1.

domingo, 27 de julho de 2008

The Joker!!


"Cause I'm a picker
I'm a grinner
I'm a lover
And I'm a sinner
I play my music in the sun

I'm a joker
I'm a smoker
I'm a midnight toker
I get my lovin' on the run
Wooo Wooooo"

Não, não...

Não vou falar da "Steve Miller Band", mas, sim, da FANTÁSTICA atuação de Heath Ledger no novo filme do Batman. Infelizmente, como todos já sabem, trata-se de um lançamento "post-mortem" no caso do australiano, que faleceu no começo desse ano.

Aliás, sua caracterização consegue salvar "Cavaleiro das Trevas", um filme longo, chato e confuso. Diria até que todos foram ao cinema para ver o Coringa e não o Batman. Quanto a Ledger, sua morte causou estranhesa e muitos levantaram a suspeita de suicídio. Entretanto, a perícia detectou que Ledger havia morrido, na verdade, por intoxicação de remédios calmantes.

Seja interpretando o cowboy gay em "O segredo de Brokeback Mountain", quando recebeu indicações ao oscar e Globo de Ouro, ou cantando "Can't Take My Eyes Off Of You" em "as 10 coisas que eu odeio em você", marcou por sua versatilidade em interpretar personagens completamente diferentes.

E o leitor, pergunta...

-"E o Batmovel, cara pálida??? Você sempre fala de carro por aqui!!!"

Bom, o Batmovel é um carro real, que "ecxiste", meu caro leitor. Não é fruto de nossa imaginação ou dos enormes servidores de Hollywood. Lembrando que, esse mesmo carro, equipado com um potente motor Chevy V8 de 5.7 litros, serviu de Pace Car em uma corrida da Nascar, no ano de 2005.

Trânsito???

Isso não existe para o homem morcego.

Basta apertar um botão no console do carro e... pronto. Todo aquele trambolho transforma-se em uma moto.