O carro já era produzido por aqui desde 1974, apenas para exportação. Começou a ser vendido no Brasil a partir de 1978, como uma ótima opção para taxistas.
No mais, foi rejeitado, pois as pessoas preferiam modelos de 2 portas.
Como morador do Grande ABC, não poderia deixar de falar desse ilustre pioneiro, fabricado na planta da Toyota em Piraporinha.
Aliás, ninguém poderia imaginar que o rústico Bandeirante tivesse vida tão longa, quando começou a ser montado num galpão da periferia de São Paulo em 1958. A empresa deixou de produzir o veículo somente em 2002, por conta do grande atraso tecnológico.
Especialistas garantem que é possível rodar até 1 milhão de quilômetros com o motor OM-324, fabricado pela Mercedes-Benz, sem necessidade de retífica.
Dia de muita chuva em São Paulo.
Pouco antes, já havia me deparado com este Chevette, bastante alinhado.Ontem, durante um passeio com minha namorada em um parque de Santo André, deparei-me com esse carro, muito parecido com um Lorena.
Na traseira, inclusive, havia a inscrição "Lorena GTS".
Aliás, percebe-se que o modelo da foto possui uma traseira bastante modificada em relação aos Lorenas produzidos entre 1968 e 1971.
Entretanto, ao que consta, esses carros eram fabricados de forma artesanal, em pequena escala, e, por isso, apresentavam muitas diferenças entre um modelo e outro.
Lembrando ainda que, durante um curto período, entre 1977 e 1980, utilizaram as formas originais do Lorena para a produção de mais quatro unidades, denominadas Mirage GT.
Seria o modelo da foto um Mirage? Um Lorena original? Uma réplica?
Dúvida cruel.
Este é um Puma GTB S2 1980, pertencente ao meu pai. Uma das melhores maquinas que já andei, incluindo Opalas, Mavericks e Galaxies. Mas isto é história pra mais tarde.
